Servidores de posto de saúde realizam paralisação em protesto à insegurança

Mobilizados pelo Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort), servidores do Posto de Saúde Flávio Marcílio (Mucuripe) paralisaram atividades na manhã desta quinta-feira (24) em ato contra a insegurança no local.

Após o início do movimento, o vereador Jonh Monteiro (PDT) compareceu ao local juntamente com o comandante da PM na área, capitão Messias Mendes, e prometeu aos servidores solução para o problema na unidade de saúde, assumindo inclusive o compromisso de levar o prefeito até o local. Mesmo com a proposta do vereador, os trabalhadores decidiram manter a paralisação durante o dia de hoje. Amanhã (25), o Posto volta a funcionar normalmente. 

Na última terça-feira (22), os funcionários do Posto de Saúde Messejana (Casa Verde) também paralisaram temporariamente as atividades cobrando o retorno de seguranças (guardas municipais), porteiros e controlistas.

A segurança para servidores durante o horário de trabalho é uma das pautas da Campanha Salarial dos servidores municipais neste ano. O Sindifort tem cobrado uma maior atenção do Executivo com esta questão e, no dia 09 de abril, o sindicato tratou do tema com o prefeito Roberto Cláudio (PDT). Até o momento não foram apresentadas medidas concretas para solucionar o problema que atinge não só a área da Saúde, mas também outras categorias como guardas municipais, professores, agente de trânsito e etc.

Sindifort assina convênio com com SESC e SENAC e amplia benefícios aos filiados

 O Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort) assinou um novo convênio com a Federação do Comércio - Fecomércio – ampliando os benefícios para seus associados. Agora, os servidores públicos de Fortaleza, que já se beneficiavam das atividades do Serviço Social do Comércio – Sesc, também poderão ter acesso aos cursos oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac.

Com a parceria, os filiados ao Sindifort podem ter acesso a serviços gratuitos e ter descontos em atividades na área da assistência, educação, cultura, lazer e saúde. O contrato tem vigência  a partir de 5º de maio de 2018

Benefícios

Sesc

Atividades físicas e desportivas com atendimento em cursos e modalidades esportivas;
Atividades culturais, como teatro, cinema, galeria de artes, dentre outras;
Biblioteca com acesso à internet;
Clínica de saúde e suas especialidades;
Clínicas odontológicas;
Educação infantil, fundamental, jovens e adultos, pré-vestibular, supletivo e cursos e idiomas;
Excursões e reservas para hospedagem nas colônias de férias através do DR/SESC/CE para todo o Brasil;
Hospedagem na colônia ecológica do Sesc Iparana;
Restaurantes e lanchonetes com acompanhamento nutricional;

Senac

Atualmente, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac oferece capacitação profissional nas áreas de: artes, beleza, comércio, comunicação, design, gastronomia, gestão, hospitalidade, produção de alimentos, segurança alimentar, saúde, turismo, conservação e zeladoria; idiomas e informática.

Carteirinha Sesc

Para usufruir da política unificada de descontos do Sistema Fecomércio, os associados deverão ser portadores do carteira do Sesc. Para confeccioná-la, o interessado deve comparecer à sede do sistema da Federação do Comércio (Rua Pereira Filgueiras, 1070 – Aldeota) ou demais conveniadas (SESC - rua Clarindo de Queiroz 1440 ou rua 24 de Maio, 692, Centro), de segunda a sexta, de 8 às 17h, com os seguintes documentos:

- RG e CPF;
- Comprovante de endereço atualizado (água, luz, telefone, internet etc);
- Cópia do contracheque;
- Declaração de filiado ao Sindifort (disponível na sede do sindicato ou com diretores);
Obs.: O valor de R$29,35 por carteirinha. A foto é feita na hora.

Veja AQUI a tabela de preços do SESC

Aproveite mais esse benefício que o Sindifort conquistou para você. Faça logo sua carteira!

NOTA DE ESCLARECIMENO AOS ACS E ACE

As acusações levianas e irresponsáveis ao Sindifort, por parte de alguns gestores subordinados à SMS, não ficarão impunes e será cobrada ao governo Roberto Cláudio retratação pública, sob pena de interpelação judicial

Após a publicação do decreto 14.164/18. que regulamenta a Gratificação de Produtividade de Campo (GPC) dos agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE), pessoas mal intencionadas estão espalhando boatos que o Sindifort fez denúncia à SMS para ser retirada produtividade dos ACE que trabalham internamente. É MENTIRA.

1. Há muitos anos que o Sindifort defende os direitos dos ACS e ACE, mesmo quando estes ainda eram terceirizados. Em 2002, durante demissão em massa da categoria, o Sindifort liderou a mobilização, chegando inclusive a acampar na Praça do Ferreira;

2. Em 2015, desiludidos com a atuação de outras entidades sindicais, cada vez mais ACS e ACE passaram a ter referência e se filiar ao Sindifort. Desde então, a categoria obteve várias conquistas, tais como o PCCS, garantia da 1ª progressão por tempo de serviço em 2016 para todos os ACS e ACE (posição da PMF era só para 1.200 servidores). Também em 2016 asseguramos juntos à SMS e SEPOG certidão para todos(as) ACS que concluíram a primeira etapa da formação do Curso Técnico de Agente Comunitário de Saúde (CTACS). Com isso, nenhum ACS perdeu a 1ª Promoção por Capacitação e não precisou fazer ou apresentar outros cursos de 120 horas. Estes são apenas alguns exemplos de lutas e conquistas recentes;

3. Sobre a Gratificação de Produtividade de Campo (GPC), a posição do Sindifort é e sempre foi pela produtividade para todos os ACS e ACE. Em 05 de janeiro deste ano encaminhamos ofício à SMS sugerindo alterações em vários pontos do decreto da produtividade para que não houvesse perdas à categoria. A SMS não aceitou as alterações propostas pelo Sindifort.

4. O Sindifort não compareceu ao ato da assinatura do decreto 14.164/18 por saber claramente que o decreto não assegurava a gratificação para todos. Outros compareceram e assinaram junto com o prefeito Roberto Cláudio.

5. Logo após a publicação do decreto, em 20/02/18, o Sindifort saiu com nota dizendo que não aprovava o decreto e que o mesmo excluiria muitos ACS e ACE. Convocamos inclusive assembleia geral, mas poucos servidores compareceram. Alguns preferiram acreditar que não seriam excluídos, pois isso era o que diziam pelegos, inclusive alguns gestores da atual administração;

6. Continuamos cobrando a GPC para todos os ACS e ACE, inclusive pedimos agora, no início de março, aos servidores que fazem jus ao benefício e não receberam, que trouxessem os contracheques e outros documentos à sede do Sindifort para podermos cobrar da PMF/SMS;

7. Para deixar ainda mais clara nossa posição, dia 09/04/2018, durante reunião da Mesa Central de Negociação, o diretor de Mobilização do Sindifort, Anderson Ribeiro, cobrou diretamente ao prefeito Roberto Cláudio que a Gratificação de Produtividade de Campo (GPC) fosse extensiva a todos os agentes de combate a endemias e agentes comunitários de saúde, independente de trabalharem interna ou externamente, sobretudo assegurar também às pessoas com deficiência e readaptadas. Anderson fez questão que a posição do Sindifort sobre a GPC para todos os ACS e ACE constasse, inclusive, na ata da reunião com o prefeito Roberto Cláudio;

8. Quem está excluindo os servidores ACS e ACE da GPC é a Prefeitura. A posição do jurídico da SMS é de que o trabalho interno descaracteriza o serviço externo e por isso o ACE e ACS nesta situação não recebe a GPC. O Sindifort não tem poder para implantar, tampouco para cortar qualquer gratificação;

Reafirmamos nosso compromisso de luta com os ACS e ACE e pedimos que não ouçam e nem divulguem mentiras de quem quer dividir e enfraquecer a categoria. Dia 18 de abril, quarta-feira, todos à assembleia geral e ato conjunto a partir das 8h no Paço Municipal )Gabinete do Prefeito)! Não basta se indignar, é preciso lutar!

NOTA DE ESCLARECIMENTO AOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E DEMAIS CATEGORIAS INTEGRANTES DO PCCS DO MAGISTÉRIO SOBRE REPRESENTAÇÃO SINDICAL

EM RESPEITO À LIBERDADE E AUTONOMIA, SINDIFORT E SINDIUTE CELEBRAM ACORDO JUDICIAL 

Assembleia geral convocada pelo Sindiute e Sindifort, ocorreu dia 08/03/2018

O SINDIFORT E O SINDIUTE ESCLARECEM AOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA QUE FIRMARAM ACORDO JUDICIAL, HOMOLOGADO EM 09/02/2018 PELO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, ACERCA DA REPRESENTAÇÃO SINDICAL DA CATEGORIA ESPECIFÍCA DOS "TRABALHADORES/AS EM EDUCAÇÃO, PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, SUPORTE PEDAGÓGICO, SUPERVISORES ESCOLARES, ORIENTADORES EDUCACIONAIS, COORDENADORES PEDAGÓGICOS, ASSISTENTES DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DEMAIS TRABALHADORES QUE ESTEJAM INCLUÍDOS NO PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS".


SINDIUTE REPRESENTA COLETIVAMENTE OS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO


AS ENTIDADES, EM RESPEITO À BASE, CONVOCARAM UMA ASSEMBLEIA GERAL, NO DIA 08/03/18, PARA APRESENTAR AOS TRABALHADORES OS TERMOS DO ACORDO JUDICIAL, E A CATEGORIA PRESENTE EM ASSEMBLEIA APROVOU E RATIFICOU O ACORDO E A DELIBERAÇÃO QUE RECONHECE O SINDIUTE COMO SINDICATO ESPECÍFICO DA CATEGORIA. 


SINDIFORT PODE REPRESENTAR SEUS FILIADOS

FICOU, AINDA, ESTABELECIDO NO ACORDO QUE, MESMO O SINDIUTE TENDO A REPRESENTATIVIDADE SINDICAL DA CATEGORIA, SERÁ RESPEITADO O DIREITO DE LIBERDADE DE ASSOCIAÇÃO PREVISTO CONSTITUCIONALMENTE, OU SEJA, A QUALQUER DOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA É LIVRE À FILIAÇÃO PROFISSIONAL E SOCIAL A QUALQUER DAS DUAS ENTIDADES, SINDIFORT OU SINDIUTE, ASSIM COMO PODEM ASSOCIAR-SE ÀS DUAS OU MESMO A NENHUMA DESTAS. 

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Prisão do ex-presidente Lula: nada a comemorar, tudo para lutar

Na foto, vice-presidente do Sindifort, Eriston Ferreira, durante ato de solidariedade ao ex-presidente Lula que ocorreu dia 06/04/18, em SP

Diante da prisão do ex-presidente Lula, a direção do Sindifort entende que deve tomar posição, como já  fez antes diante de fatos graves ocorridos em nossa cidade e em nosso país.
Como um sindicato de servidores públicos, lutamos duramente contra as gestões petistas, tanto no governo do Brasil, como em Fortaleza.
Ainda em 2003, primeiro ano em que Lula foi presidente, denunciamos seu governo e a traição praticada contra os trabalhadores, quando aprovou no Congresso a reforma da Previdência, que retirou direitos dos servidores públicos.
Durante as duas gestões à frente do país, Lula governou muito mais para beneficiar empresários e banqueiros, do que para atender às demandas e anseios da classe trabalhadora. Embora tenham ocorrido avanços pontuais, estes foram poucos e insuficientes diante das necessidades do país e do abismo que separa pobres e ricos. Com o governo Dilma não foi diferente. Medidas como a PEC da Morte, que congelou gastos com saúde e educação por 20 anos (foi consolidada no governo Temer) e as PECs 664 e 665, que limitaram o acesso a pensões, ao PIS e seguro desemprego, são dois exemplos de como direitos elementares foram negados e o governo usado para jogar o peso da crise sobre as costas dos trabalhadores em geral e dos servidores públicos em particular. 
Lula e Dilma não fizeram auditoria da Dívida Pública da União e deram segmento a uma política para beneficiar banqueiros e especuladores.
Além disso, foi Dilma Roussef quem sancionou a Lei Antiterror, que permite perseguir e enquadrar ativistas e movimentos sociais, o que já está acontecendo.
O Sindifort sempre denunciou os governos petistas e combateu e lutou contra estas e outras  medidas dos mesmos. Assim, nos sentimos com credibilidade e independência para nos posicionarmos diante da situação atual.
O processo que culminou na prisão do ex-presidente Lula é de caráter eminentemente político e a justiça tem usado dois pesos e duas medidas. Enquanto o processo de Lula tramitou em tempo recorde, outros casos semelhantes se arrastam há anos, como o de Eduardo Azeredo, do PSDB de Minas Gerais, condenado por corrupção desde 2017 (segunda instância) a 20 anos de cadeia e que permanece livre até hoje.
Lula foi preso antes de se esgotarem os recursos jurídicos para sua liberdade e hoje o próprio STF está dividido sobre a questão. Ainda nesta semana o STF pode acolher pedido cautelar no âmbito da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 43 - que trata do cumprimento de pena antes do trânsito em julgado de sentença penal condenatória, o que beneficia o ex-presidente.
A prisão de Lula se dá em um momento em que o Estado Democrático de Direito caminha rumo a um Estado de Exceção, com retirada e violação de direitos, assassinatos e perseguições a lideranças e parlamentares de esquerda, campanhas orquestradas com notícias falsas sendo divulgadas em redes sociais para manchar reputações e induzir ao erro, cobertura tendenciosa de parte da mídia etc.
Enquanto Lula está preso, os assassinos da vereadora Marielle Franco, do RJ, e de seu motorista, Anderson, continuam impunes. Assim como impunes estão os corruptos que ocupam os mais altos cargos da nação, o que é inaceitável. Lembrando que Marielle foi morta no momento em que o Rio de janeiro está sob intervenção militar.
Inaceitável também é a tentativa de criminalizar os professores  Arivalto Freitas Alves e José Ronaldo Rogério Alexandre, que durante a greve dos educadores do Ceará, em 2011, foram espancados, detidos e agora ainda estão sendo processados acusados dos crimes de depredação do patrimônio público e resistência.
Estamos vivendo um crescente clima de violação de direitos e de crescente violência, cujas maiores vítimas são as pessoas pobres, negros, mulheres, índios, LGBTs, lideranças sociais e trabalhadores.
Continuaremos firmes na luta em defesa dos nossos direitos, contra a criminalização da esquerda, dos movimentos sociais e de suas lideranças e pelas garantias fundamentais e o respeito à Constituição. Não basta se indignar, é preciso lutar!

Na terça-feira, 10/04, às 18h, haverá reunião no Colégio Adauto Bezerra (bairro de Fátima) para discutir campanha de solidariedade aos professores processados. Participe e ajude a divulgar. 

 

Bem-Vindo!


Agenda da Luta

Assembleia Geral Extraordinária

06/04/2018
8h30min - sede do Sindifort (rua 24 de maio, 1188, Centro)

Assembleias específicas

09/04/2018

6h30min - GMF - sede da Guarda Municipal
13h - IPM - Auditório do Sindifort

10/04/2018

6h30min - IPEM - Sede do IPEM
7h - Urbfor / SCSP - sede da Urbfor
12h - AMC -  sede da AMC
14h – ACE/ACS - Auditório do Sindifort

11/04/2018

8h30min - Regionais I a VI e Centro, SEPOG, PGM, SEMAN, SEFIN, AGEFIS, IMPARH, FUNCI e Secultfor - Auditório do Sindifort
14h - Hospitais, Frotinhas, Gonzaguinas, IJF e Postos de Saúde - Auditório do Sindifort

Obs: Os horários são sempre em segunda convocação

Assembleia geral e ato

18/04/2018
8h - Paço Municipal

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